sexta-feira, 16 de julho de 2010

Oceânica abre inscrições para sua 5a Semana de Treinamentos

A Oceânica está trazendo ao mercado a 5ª edição de sua Semana de Treinamentos. O evento, que acontece 2 vezes por ano, iniciou-se como uma iniciativa da empresa para desenvolver competências e conhecimentos de sua equipe interna. Com a solicitação de alguns amigos e parceiros para participar do treinamento, a Oceânica decidiu abrir as portas oficialmente para todo o setor naval e oceânico, ampliando ainda mais a oportunidade de trocar informações entre sua equipe e outros profissionais.

A próxima edição acontecerá entre os dias 16 e 18 de agosto, desta vez no Rio de Janeiro e trará temas importantes como Hidrodinâmica básica, Interpretação e utilização de dados ambientais (METOCEAN), Especificação e acompanhamento de ensaios, Operações offloading, Análise de manobras em operações portuárias e offshore e Análise global de FPSOs. Cada palestra terá duração de 3 horas e será ministrada pelos diretores e gerentes de projetos da Oceânica.

Mais informações sobre os valores de participação e a programação completa podem ser obtidos no site da empresa www.oceanicabr.com ou pelo e-mail cfiorin@oceanicabr.com, com Christiane.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Oceânica fornecerá mais um projeto para o Golfo do México

A Oceânica foi novamente escolhida pela Petrobras América para continuar os estudos para operações de offloading da plataforma BW Pioneer, localizada no campo de Cascade-Chinook, no Golfo do México. A parceria com a Petrobras América vem desde 2007, quando a Oceânica realizou o pré-estudo de offloading para essa mesma unidade FPSO. Nesta nova fase do projeto serão realizadas diversas simulações numéricas para auxiliar na definição dos limites seguros das operações de transferência de petróleo entre a unidade de produção e o navio aliviador.

Segundo Daniel Cueva, diretor da Oceânica, o novo projeto vem consolidar ainda mais a parceria que a empresa possui com a Petrobras América e a sua atuação internacional.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Oceânica desenvolve seu primeiro projeto para a Colômbia

O projeto foi solicitado pela COTECMAR – Corporación de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo de La Industria Naval, Marítima y Fluvial – que foi encarregada do desenvolvimento de estudos preliminares de um novo navio de patrulha costeira para a Marinha colombiana. O principal desafio é desenvolver as linhas e formas de uma embarcação com cerca de 40 metros de comprimento e que apresente um ótimo desempenho no mar do caribe, que costeia o litoral norte da Colômbia.

A Oceânica participará do projeto desenvolvendo três diferentes análises: estimativa de resistência e potência, análise de movimento e manobrabilidade. Buscando alta precisão nos resultados, a Oceânica contará com o apoio do MARIN, instituto holandês internacionalmente reconhecido pelas pesquisas, recursos e estudos experimentais no desenvolvimento de sistemas marítimos e criador dos softwares que serão utilizados para os cálculos, respectivamente: DESP, Shipmo e Sursim.

O projeto deve ter duração de 2 a 3 meses e contará ainda com uma assessoria da Oceânica que dará um breve curso na Colômbia sobre os fundamentos teóricos empregados no projeto e sobre as análises e a interpretação dos resultados.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Oceânica finaliza projeto de lançamento da P-59 e P-60

Desde setembro de 2009 o departamento de hidrodinâmica da Oceânica Offshore vem se dedicando aos ensaios do lançamento das plataformas P-59 e P-60 da Petrobras.

Os ensaios foram solicitados pelo Consórcio Rio Paraguaçú, formado pela parceria entre a Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC Engenharia, que venceu a licitação para construção das plataformas. O principal objetivo foi a calibração e comprovação de resultados obtidos através de cálculos numéricos desenvolvidos para o lançamento.

A excessiva preocupação do Consórcio vem do fato de que projeto prevê que o lançamento das plataformas seja realizado a partir da balsa BGL-2, também da Petrobras. A ideia é financeiramente muito interessante, pois dispensaria a contratação de terceiros ou a construção de rampas de lançamento, porém um pouco arriscada, já que as plataformas possuem empuxo elevado e lançamento por balsa destas unidades não são completamente conhecidos e estudados.

Exemplo de plataforma auto elevatória, como a P-59 e P-60

Depois de meses de cuidados minuciosos com os detalhes dos ensaios, os resultados obtidos se mostraram bastante próximos dos apresentados por análises numéricas, confirmando a confiabilidade dos dados.

A plataforma P-59 deverá ser lançada até o final de 2010.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Oceânica e IPT juntos na análise hidrodinâmica da P-58


Por 2 meses, Oceânica e IPT tem trabalhado em parceria na análise experimental hidrodinâmica da P-58. O foco do projeto é o estudo do amortecimento viscoso em FPSO's de acordo com a variação das dimensões da bolina e seu impacto na resposta de roll. O ensaio ocorreu no tanque do IPT e a equipe da Oceânica ficou encarregada das análises e cálculos numéricos. O gerente do projeto, Fernando Faria enfatizou a qualidade da parceria entre a instituição e a empresa que mais uma vez fizeram um excelente trabalho resolvendo questões do mercado offshore.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Oceânica recebe nota máxima em sua Semana de Treinamentos

Nos últimos dias 3 a 5 de agosto, a Oceânica realizou sua 3a Semana de Treinamentos. Além de seus próprios colaboradores, o evento contou com a participação de profissionais da Acergy, Chemtech, DNV, Gaia, Kromav, Petrobras, Promon and Spectra Tecnologia, o que prova que o mercado brasileiro busca qualificação de seu trabalho e ampliação de seu conhecimento.Foram realizadas 6 palestras: Hidrodinâmica básica de plataformas, Estabilidade básica de sistemas flutuantes, Visão geral de sistemas de posicionamento, VIV em engenharia offshore, Forças de ondas em correntezas em estruturas pequenas - Morrison, Análises numéricas em engenharia oceânica, ministradas por profissionais da Oceânica (http://www.oceanicabr.com/) e convidados da USP (http://www.usp.br/) e Nyx Knowledge (http://www.nyxknowledge.com/ ).Ao final do evento, os participantes responderam uma pesquisa de satisfação, e todos avaliaram com nota máxima a Organização Geral, Infraestrutura e Almoço. O material de apoio foi considerado "bom" por 59% do público e "médio" para os 41% restantes, não obtendo nenhuma resposta "ruim". Sobre a quantidade de informação, foi considerada "adequada" em 76% dos casos, "muita" para 24% e ninguém considerou que quantidade foi "pouca". As apresentações também foram avaliadas separadamente, com os resultados apresentados nos gráficos abaixo:






Os resultados mostram que alguns pontos ainda podem ser melhorados, mas que em geral o evento foi um sucesso, fato que e nos motiva a realizar mais semanas como essa no futuro.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Conversão de sondas SS - Parte II - Movimentos


Em um upgrade de sonda, normalmente a carga de convés é aumentada, e para que o calado e a borda livre se mantenham, deve ser aumentada a flutuação das colunas e pontoons através do uso de blisters e sponsors. Com novo deslocamento e geometria, uma nova análise de movimento deve ser realizada.

Primeiramente um modelo geométrico modificado da região submersa da sonda deve ser preparado em um software modelador de malha como o Multisurf. A partir das análises de arquitetura naval, a posição do centro de gravidade e a matriz de massa da nova estrutura devem ser obtidas. Por fim, deve ser verificado a parcela de amortecimento viscoso, que deve ser incluída externamente no cálculo. Devido às estruturas pequena da sonda (bracings ou contraventamentos), o modelo de força de Morison é adequado para esse cálculo, caso seja necessário.

Com essas informações, o RAO da unidade pode ser obtido em diversos calados, normalmente são considerados os de Operação, Sobrevivência, Trânsito e Intermediário, através da obtenção dos coeficientes potenciais e resolução da equação dinâmica de movimento. Entre alguns softwares disponíveis no mercado, o WAMIT é uma boa opção.

Os RAO devem ser obtidos com aproamentos a cada 15 graus e cobrindo uma faixa de períodos entre 3 e 35 segundos, pelo menos. Estes servirão de base para os cálculos das curvas STR (Short Term Response) e para os cruzamentos espectrais com ondas com período de recorrência de pelo menos 1, 5 e 10 anos. Estes darão origem aos valores máximos esperados de movimento.

Com os RAOs de movimento no centro de gravidade da sonda, os movimento e as acelerações em diversos pontos são obtidos. Para o cálculo simplificado de air-gap, é utilizado o cálculo de movimento nos bordos da plataforma e o de elevação da onda na mesma posição, resultando em um RAO de borda-livre. Para o cálculo estrutural, as acelerações em diversos pontos é utilizada, além do valor de pressão devido à onda no casco.